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sexta-feira, 5 de junho de 2015

Correndo para o Prazer


Logo a chuva começou a cair cada vez mais forte e ao passar pela guarita dos vigias da noite, notou que alguém lhe chamava, querendo se esconder da chuva ela não pensou duas vezes e entrou na guarita, só dentro da guarita pode reconhecer que era o estranho que passara por ela correndo.
Algo de muito enigmático existia nele, os olhos claros tinham um olhar penetrante, e ao seguir esse olhar ela pode perceber que sua camiseta branca estava transparente por causa da chuva deixando a mostra o top que delineava os seus seios, ela ruborizou e ele levantou rapidamente o olhar desculpando-se.
- Quem é você? Nunca o vi por aqui
- Sou o novo vigia da noite, hoje resolvi vir mais cedo pois já previa que o tempo iria fechar, mas não se preocupe você está segura aqui
O pensamento dela viaja, estaria mesmo segura, estando sozinha em um quarto minúsculo com aquele homem tão atraente?
Ele segue para uma sala ao lado e volta sem camisa e com uma toalha enxugando os cabelos, foi impossível para ela não olhar o corpo másculo e definido, os braços fortes e a pele morena, ao olhar para ele, nota que ele sorri e lhe estende a toalha dizendo:
- Pode ir a sala ao lado se quiser se enxugar

Ela baixa rapidamente a cabeça, envergonhada por ter sido pega analisando o corpo dele e se dirige a sala ao lado, onde pode ver um pequeno banheiro e uma cama de solteiro, ela se enxuga rapidamente e volta a sala que ele se encontra e  só quando dá de cara com ele de costas e só de cueca é que se dá conta que deveria feito algum barulho antes entrar, mais ele não pareceu ficar constrangido com o fato muito pelo contrário até se divertiu por ela ter ficado envergonhada e lhe pergunta se é a primeira vez que ela vê um homem semi nu, ela vira-se e faz menção de que vai sair, mas ele foi mais rápido que ela e a impediu segurando-a pelo braço, e na tentativa de se soltar ela desequilibra e ele a segura de encontro ao peito.

O contato da pele dele descoberta com a sua provoca nele correntes de eletricidade, era como se o mundo fora daquela guarita não existisse mais e sim só eles dois, sem esperar pela reação dela, ele leva o seu rosto de encontro ao dela e a beija de forma suave e carinhosa, contrastando com a imagem de homem forte e avassalador que ele passa, ela por sua vez em momento algum sentiu vontade de se soltar daqueles braços e corresponde ao beijo com total abandono.

Depois do primeiro muitos beijos aconteceram, e são cada vez mais devastadores e mais exigentes, o barulho lá fora se misturava a respiração ofegante dela ele então a virou e  a abraçou por trás colando o seu corpo ao dela e deixando claro o quanto ele a queria e de como já era evidente a sua excitação. 

Continua...

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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

O Adeus

Era difícil acreditar que tudo acabara, que aquele encontro a tarde fora a despedida, que não mais veriam um ao outro, que seus corpos não mais se uniriam, que seus cheiros e líquidos não mais se misturariam...

Aquele apartamento parecia enorme sem a presença dele, as paredes parecia sufoca-la, a vontade que tinha era de gritar que não, que não podia ser o fim, que ela necessitava da presença dele, mesmo que não fossem diárias, mas os encontros furtivos a alimentavam de forças para a espera de mais uma tarde em seus braços.

Lágrimas rolavam pelo seu rosto descontroladamente numa resposta a certeza de que dessa vez era pra sempre, ele lhe deu as costas e partiu, com a desculpa de que precisava seguir com seus planos e projetos longe dali...

De repente toca a campainha, seu coração se enche de esperança, ele voltara, desistira de sair da cidade, ao abrir a porta, era só o zelador com uma caixa que ele deixara na portaria para ela, com o coração sangrando ela revive cada momento ao lado dele, em cada objeto, cada bilhete daquela caixa era uma memória viva dos anos que conviveram e que se amaram.

Ela adormece em meio a lembranças e recordações, no sofá da sala, o sono leve e conturbado pelos momentos passados faz com que ela o imagine ao seu lado, o cheiro dele inebria toda sala, embora seu inconsciente saiba ser um sonho, ela pode tocá-lo, sentir o seu corpo quente, soluçando ela o abraça, ele voltara, ele estava ao seu lado, em desespero seus lábios procuram os dele, numa avassaladora urgência por senti-lo, o gosto doce dos seus lábios a fascinam fazendo com que o beijo passe de calmo a devastador, quebrando todas as barreiras do que ela imaginara que não mais aconteceria.

Ele abraçou-a com mais força, os lábios roçando de leve as pálpebras, as maçãs do rosto antes de alcançar-lhe os lábios, seu coração batia violentamente.

O corpo dele comprimiu-se ainda mais contra o dela apertando-a de encontro ao sofá. Incapaz de se mover, ela resolve apostar nesse sonho e entregar-se ao desejo tão evidente entre eles naquele momento
Quando seus lábios se encontram novamente e a língua dele penetra-lhe a boca ela ergue os braços enlaçando-o pelo pescoço. Algo incontrolável a impelia para ele, fazendo com que todo o seu ser sentisse, não só desejo, mas a necessidade do contato daquele corpo musculoso e viril que a apertava com seu peso contra o sofá.  Ele apertou ainda mais o corpo contra o dela e tornou a inclinar a cabeça, no instante seguinte, sua boca ardente descia sobre a dela, num beijo firme.

Continua...

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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Prazer Proíbido

Em um táxi ela se dirige ao hotel e ao chegar ao quarto que lhe fora reservado, por sobre a cama encontrava-se um lindo bouquet de rosas vermelhas com um bilhete que dizia:
“Te encontro em uma hora na lateral externa do hotel”
Ps: vá com o terninho.
M.
Um banho rápido, ela veste-se com a lingerie que escolhera especialmente para aquele momento, perfuma-se ansiando pelo momento de ter as mãos dele passeando por sua pele, veste a saia colada ao corpo e  o terninho como ele pedira e desce para o bar do hotel com o intuito de beber algo forte que fizesse com que ela parasse de tremes de ansiedade, não queria que ele a visse naquele estado.
Na hora marcada lá estava ela, ele para o carro ao seu lado, ela entra rapidamente, e sem ao menos fechar a porta do carro direito ele lhe toma os lábios num beijo quente e avassalador, a língua dele procura a sua, e o beijo passa a ser cada vez mais urgente, afastam-se com relutância e seguem a caminho do lugar escolhido por ele.
A conversa durante o percurso é casual, ele pergunta sobre a viagem, falam da saudade que sentiam e evitam a todo momento tocarem no assunto “casamento”
Ele para o carro no estacionamento de um prédio comercial, que pelo horário já está vazio, ela não entende, mas ele pede que ela o siga, ao entra no elevador, mais um beijo, quente, urgente e provocante, só que agora ela pode sentir as mãos dele a passear pelo seu corpo. Enfim o elevador para no andar indicado e ao sair ela pode ler na porta M & M Advogados, só então ela entendeu, estavam no escritório dele.
Ele abre a porta com urgência e quando ela entra ele fecha a porta rapidamente, já puxando-a de encontro ao corpo, a urgência de senti-la era visível no estado de excitação que já era visível nele por sob a calça, os beijos eram cada vez mais urgentes, provocantes, as mãos dele procuravam a maciez da pele dela, ele queria senti-la matar a saudade do tempo que passaram longe, em pé e encostados a porta ele beijava e mordiscava o pescoço dela deixando a pele arrepiada enquanto crescia o desejo de tê-lo, senti-lo.
Ele afasta-se e senta-se na sua poltrona atrás da mesa e com os dedos a chama para mais perto, no caminho ela pode observar sua mesa de trabalho, pranchetas e blocos de anotações, porta canetas, papeladas de processos, telefone, tudo em ordem como era uma característica dele.
Ela aproxima-se dele e com as pernas abertas de gente pra ele senta em seu colo, colando a boca na dele, pode sentir que seu membro já marcava a calça tamanha era seu desejo, com uma das mãos ele procura pelos seios dela, enquanto a outra se insinua por baixo da saia e percebe que ela também não estava indiferente ao desejo dele, seu mel escorre pelos dedos dele, que com prazer ele leva a boa e sente o gosto agridoce do desejo dela.
 Continua...

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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Noite do Dia dos Namorados



Estaria sua mente lhe traindo nesse momento, ou ele estava mesmo alí parado na sua frente, segurando a pizza que encomendara, sem uma palavra sequer ele entra, deposita a caixa da pizza sobre a mesa e a olha nos olhos, ela abre a boca para falar algo, mas não conseguiu emitir qualquer som, no instante seguinte a boca dele estava sobre a sua, a língua dele quente e macia pedia passagem por entre seus lábios e lhe explorava todos os recantos, ele continuava com o mesmo sabor delicioso que ela lembrava do ultimo beijo de despedida.
Ele fecha a porta com o pé, e toma o corpo dela de encontro aos seu, não havia espaço para palavras, a urgência de torna-la novamente sua era maior, ele a abraça forte e inclina a cabeça levando os seus lábios de encontro aos dela e o beijo que se segue é intenso e arrebatador.
Ele abraçou-a com mais força, os lábios roçando de leve as pálpebras, as maçãs do rosto antes de alcançar-lhe os lábios, seu coração batia violentamente, algo dentro dela dizia para resistir a tudo aquilo, lembrando-a do momento em que ele se fora antes, mas seu corpo não obedecia a essa ordem.
O corpo dele comprimiu-se ainda mais contra o dela apertando-a de encontro ao sofá. Incapaz de se mover, ela percebe que seu corpo já não queria mais resistir e sim entregar-se ao desejo tão evidente entre eles.
Quando seus lábios se encontram novamente e a língua dele penetra-lhe a boca ela ergue os braços enlaçando-o pelo pescoço. Algo incontrolável a impelia para ele, fazendo com que todo o seu ser sentisse, não só desejo, mas a necessidade do contato daquele corpo musculoso e viril que a apertava com seu peso contra o sofá.  Ele apertou ainda mas o corpo contra o dela e tornou a inclinar a cabeça, no instante seguinte, sua boca ardente descia sobra a dela, num beijo firme.
Continua...
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Provocação...


Como estava de calça jeans, apenas desabotoei o botão e me insinuei. Ele logo perguntou se eu estava me sentindo bem... eu respondi que não, que estava passando mal. Perguntou o que eu tinha e respondi que estava com febre. Sua mão tocou delicadamente minha testa no intuito de constatar a minha temperatura. Logo me disse que não, que não era febre, voltou a perguntar o que sentia... soltei a frase que tanto queria: Tenho febre, estou queimando por dentro de vontade de você, de tesão.
Naquele instante eu pude ver em seu rosto um sorriso sacana e os olhos na direção do meu botão aberto. Soltou um gemido, mas reinterou que bateria o carro se eu fizesse algo... mas não pude resistir... Desci meu zíper num movimento quase brutal e enfiei minhas mãos por dentro da calça. Falei baixinho que estava afastando a calcinha e ouvi um “hummmm” que me encheu de tesão.
Minhas mãos não paravam de insitir nos movimentos dentro da roupa, fechei meus olhos e me imaginei chupando seu pau como a garota que ele conheceu fazia com o pirulito, lambendo de todas as formas e maneiras... mordendo e depois passando pelo rosto. Meus dedos dançavam pelo meu clítoris, mas eu queria ir mais fundo, minha excitação era tanta que sentia meus lábios secos e minha face queimar.

Continua...

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sábado, 2 de julho de 2011

Sem reservas...



Seus lábios já umedecidos pela saliva que guardava na boca, enquanto a língua vermelha contornava devagar e convidativamente para que fossem tocados. Seu olhar era quase que um fuzilamento. O vento soprava devagarzinho e isso só  fazia arrepiar sua pele clara. Ela exalava sensualidade, até mesmo quando estava parada, estática.
 Sem um único gesto. Seu perfume inebriava quem por ela passasse. E se ela por acaso retribuísse  num olhar, ou  discreto sosrriso, poderia se envolver num jogo perigoso. Era quase uma serpente. Vestia naquela noite, na noite do encontro, algo que ele jamais esqueceria. Finalmente a campainha tocou, e ela segura e conhecedora de seus domínios foi até a porta. 
Ele, estava especialmente excitante. Lembrou que  nenhum deles antecipou o que daquela noite seria o prazer maior. Quando se encontraram pela primeira vez, a troca de olhares, algumas palavras para completar, e a mais pura sedução calada, aconteceu. Sabiam que quando estivessem a sós tudo seria diferente. Na noite em que se conheceram fazia frio, mas não muito. 
Nesta noite a temperatura sugeria algo mais caliente. Ele a desnudou com os olhos esfomeados. Ela, se deixou despir. Não havia mesmo muito o que dizer, a não ser deliciosas obscenidades um ao outro. Ela, sempre quis que  lhe tomasse, fizesse dela objeto do  prazer. 
Adorava saber e perceber que  seu corpo podia enlouquecer um homem. Tinha uma gula, uma tara em saborear sempre. Aproximou- se dele, e ainda que estivesse usando salto, precisou erguer-se e ficar em na ponta dos pés, para  falar ao ouvidos dele. Sua voz era como um feitiço, disse apenas uma palavra. Enquanto  pronunciava baixinho, acariciava sua nuca com uma das mãos e, com a outra roçou sua virilha.
Desceu alguns centímetros do ziper de seu vestido, e foi caminhando. Cada passo que dava outros centímetros eram deixados para trás. Quando em frente a uma porta, fechada, se virou para ele, o vestido caiu, e ela, repetiu a mesma  palavra de antes. "VEM".
Continua...

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Conto retirado do blog: Todos os Sentidos

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A casa abandonada, palco do prazer...


Enquanto dirigia, ela afastou levemente as pernas, suspendendo um pouco vestido para que ele soubesse que ali, não haveria nenhuma barreira. Tocou-se profundamente, e trouxe o mel, para deliciar os lábios dele. Com a outra mão, acariciou o membro dele, que já não cabia mais no jeans. Uma alça do vestido escorregou do seu ombro e isso a deixou ainda mais ousada. Ele lambia o dedo dela, que se contorcia no banco, serrando os olhos enquanto, acariciava o membro, já exposto e teso. Não seria possível chegar a lugar nenhum. O carro parou numa travessa qualquer, ela deixou o vestido apenas enrolado na cintura e ele, deixou o jeans no chão do carro. Os cintos de segurança se soltaram tão rápido que nem mesmo se deram conta, Num instante, ela cobria de saliva o membro que crescia em sua boca quente. Ela se posicionou como uma felina que agarra sua presa, o que deu a ele alcance total de suas fendas.
Continua...

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Escrito por: Ela do blog: Todos os Sentidos

terça-feira, 1 de março de 2011

Irresistível Tentação

Agora algo incontrolável a impelia para ele, fazendo com que todo o seu ser sentisse, não só desejo, mas a necessidade do contato daquele corpo musculoso e viril que a apertava com seu peso contra a parede e a embriagava com seu cheiro másculo.
Percorrendo-lhe o corpo com as mãos ele fez com que o coração dela batesse cada vez mais forte. Ele apertou ainda mas o corpo contra o dela e tornou a inclinar a cabeça, no instante seguinte, sua boca ardente descia sobre a dela, num beijo firme e devastador.
O corpo delicado dela estremeceu dos pés a cabeça, num impulso irresistível de corresponder aquele beijo.
Lentamente os olhos dela se fecharam e a expectativa de um novo beijo a fez emocionada e sensível. Os lábios dele pousaram sobre os dela. Uma leve sucção e um deslizar úmido e agradável, depois seus lábios voltaram a se encontrar com força e desejo.
Aquele corpo escultural e palpitante junto de si o enchia de uma emoção incontrolável, as mais contraditórias sensações clamavam por desabafo. Ele queria protegê-la e adorá-la, tratá-la como se fosse algo frágil e, ao mesmo tempo apertá-la em seus braços, mordê-la, beijá-la, dando vazão à fome de desejo que o consumia.
Ela demonstrou toda a felicidade de estar nos braços dele num beijo demorado e delicioso, ele recuou um passo para olhá-la demoradamente, o corpo dela tinha todo o fascínio capaz de arrebatar um homem e dominar seus pensamentos. Ela estendeu os braços suplicando por ele. Seus olhos brilhavam. Seus lábios úmidos palpitavam provocantes. Eles caminharam para o sofá que ficava no canto da sala e ele despiu-se ligeiramente, ela acompanhava cada um de seus movimentos deslumbrada com a descoberta daquele corpo másculo e proporcional.
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Inesperada Surpresa

Suas mãos então subiram pelas pernas bem feitas dela, pelas coxas, depois estreitaram-lhe os quadris, inclinando-se para frente ele depositou um suave beijo no triângulo de pêlos sedosos e escuros, um arrepio percorreu o corpo dela levando-a quase ao êxtase.
Ela colocou as mãos nos ombros fortes dele e ajoelhou-se em sua frente, olharam-se por um longo momento depois ele levantou-se e colocou-a sobre a cama com cuidado, fez menção de livrar-se do short, mas ela o impediu, queria ela mesma tirar-lhe e começou a passar os dedos pelos ombros largos e a beijar-lhe o peito forte e feliz ela sentiu os músculos do ventre dele se enrijecerem quando ela colocou de cada lado da cintura dele os dedos por dentro do short e com calma e satisfação ela fez com que o short fosse parar no chão junto com suas próprias roupas.
Ela já completamente desinibida correu os olhos pelo corpo escultural dele para depois deslizar os dedos por entre os pelos do peito forte dele, descendo lentamente e deliberadamente até arrancar-lhe um gemido de prazer, enterrou o rosto na pele quente, abraçando-o e sentindo o corpo rijo e másculo vibrar a cada toque.
Com voracidade ele colocou-a na cama e beijou-lhe a boca com sofreguidão.
Aquela promessa de carícias intimas fez com que eles percebessem que aparti daquele momento eles se pertenciam, que o passado de nenhum dos dois importava que o que estava em jogo era que eles se desejavam e se tinham e que daquele momento em diante eles eram marido e mulher e estavam de comum acordo que aquilo era o melhor que lhes tinha acontecido.
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domingo, 13 de fevereiro de 2011

O prazer mora ao lado


Ela sentia-se totalmente livre como se a virilidade do corpo dele tivesse exorcizado todas as inibições do seu corpo faminto, ele afastou-se poucos centímetros dela e o que pôde ler nos olhos dela foi o suficiente para acender-lhe ainda mais o fogo da paixão.
Ela logo depois levou suas mãos a nuca dele e enfiou os dedos nos cabelos sedosos e o atraiu para si, beijando-o com paixão, a língua penetrando-lhe os lábios carnudos com ânsia e desejo.
Ele enlaçou-a pela cintura, puxando-a para junto dele, e inclinando-se devagar, novamente a beijou suavemente, deslizando a língua para o interior da boca morna e macia, então pouco a pouco o beijo intensificou-se e suas línguas começaram uma dança selvagem.
Ela enlaçou-o pelo pescoço, colando-se a ele num abraço sensual.
Ele cerrou os dentes, apertando-a contra o corpo másculo, desejando faze-la sentir o quanto a queria, então afastou-a um pouco e acariciou-lhe, com as pontas dos dedos, os lábios entreabertos, a pele do pescoço e por fim a cintura e os quadris arredondados.
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O Diretor


Ao chegar à frente do restaurante ela para o carro e espera que ele estacione, para acompanhá-la, ele a encontra parada em frente ao carro de forma provocante e sensual, tudo naquela mulher mexia com sua libido e imaginação.
Ele se aproxima dela e olhando nos olhos, convida a entra, e sem que ele esperasse, ela põe os braços em seu pescoço e o beija de forma rápida, sorri depois do beijo e diz: - desde a escola estava com vontade de provar o sabor dos seus lábios.
Aquelas palavras soaram como um convite para mais um beijo, dessa vez mais quente e profundo, a boca dela se abriu pra receber a língua macia e provocante dele, os corpos estavam cada vez mais próximos possibilitando o passeio das mãos pelos corpos um do outro.
Ao se afastarem viam nos olhos o brilho do desejo, e num simples olhar decidiram que o jantar ficaria para outra oportunidade, ela entrou novamente no carro e ele fez o mesmo, sentando no banco do passageiro, antes que ela colocasse o carro em movimento ele voltou a beijá-la, o sabor dos lábios dela o inebriava e fazia querer cada vez mais.
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Prazerosa Confraternização

Ela desculpa-se e retira-se do local, dirigindo-se a varanda com a desculpa que estava com calor, a vista da cidade vendo por ali era belíssima, a praia iluminada era palco de várias lembranças dela, momentos em que ela guardará para sempre e perdida em pensamentos ela não se deu conta que tinha mais alguém na varanda, e se assusta ao notar que ele, o sobrinho do presidente está ali também a admirar mas não somente a praia, ele aproxima-se dela e assim ela também passou a ter algo mais a admirar, o perfume dele entrava pelas narinas e a mente dela viajava por situações que ela preferia evitar naquele momento, mas era inevitável o corpo dela reagia de forma involuntária e o tecido fino do vestido denunciava o estado de excitação pela proximidade daquele belo homem, era quase possivel ler no solhos dela o desejo que ele aflorava nela.
Ele por sua vez não se fazia de rogado, desde que entrara no salão de festa notara a beleza daquela mulher, que mexera com ele, e na primeira oportunidade de estar a sós com ela, ele em momento algum tentava disfarçar a atração sentida, ele queria e teria aquela mulher.
Ele a olhava de uma forma que a deixara sem jeito, a atração entre eles era notável aos olhos de quem passasse por ele, e para evitar um constrangimento na festa de confraternização da empresa, estando o presidente presente, ela faz menção de voltar para o salão, mas nesse momento ele a toma pela mão e a puxa de encontro ao seu corpo.
Ela rejeita o contato tentando soltar-se do seu abraço, mas ele é mais forte que ela e a leva para um local mais afastado e escuro onde eles não poderiam ser vistos, ali ele pode enfim dar vazão ao seu desejo, o beijo que se seguiu foi devastador, no susto ela não teve como repudiar, e nem era essa a sua vontade, ela se deixou levar pela língua insistente que penetrava sua boca e passeava por entre seus dentes, a maciez da língua de encontro a sua surtiu efeito imediato, as mãos passaram a passear pelos corpos, os beijos se seguiam com violência e urgência, ele beijava e sugava os seus lábios, enquanto que as mãos levantavam o vestido a procura do ponto central do seu prazer.
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Prazer Consentido.


Só ao entrar em uma rua escura ela se dá conta de que está sendo seguida, apressa um pouco mais o passo, mas nota que a pessoa atrás dela também passa a andar mais rápido, e quando ela se prepara para correr, sente que alguém pega em seu braço, e com uma das mãos tapa a sua boca pra que ela não grite, ela embora não tenha olhado fixamente pra ele, não tinha duvidas era o mesmo homem do ônibus.
Ele a empurra para uma construção abandonada e sem que ela espere a toma nos braços e beija e forma avassaladora e selvagem, ela passa a se debater, braços e pernas, mas ele era muito mais forte, com uma única mão consegue imobilizar os dois braços dela por sobre a cabeça, enquanto explora a boca dela com lábios e língua.
O corpo dele de encontro ao dela denunciava a excitação dele, isso ao mesmo tempo em que a amedrontava a excitava, eles desceu com a boca pelo pescoço dela, e ela tentou gritar mais ele novamente tapou-lhe a boca com uma das mãos.
O toque dele era rude e gentil ao mesmo tempo, e com um único gesto ele rasgou-lhe a blusa, deixando a mostra assim os seios dela que não estavam sob a proteção de um sutiã, ele passa a sugá-los de forma violenta a ponto dela quase sentir dor, ele põe uma das mãos por baixo da saia dela e passa a acariciar-lhe o centro do seu prazer, era impossível não sentir prazer diante de tal caricia e involuntariamente ela gemia baixinho.
Continua...


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sexta-feira, 2 de julho de 2010

No Taxi

Eram aproximadamente 21 h, uma semana após as provas da faculdade, dia de saber resultados. Cálculo 2, famigerado, fez mais uma vítima, ela, na plenitude de seus 28 anos, segundo curso, pela primeira vez reprovada, em toda sua vida estudantil.
Tão zangada ficou, que dispensou o coletivo, chamou um táxi.
Ao chegar, o motorista não acreditou no que viu, uma ruiva jovem, vestindo uma blusa preta com zíper frontal, e uma saia evasé, meio rodada, que valorizava suas pernas bem torneadas e sua bundinha empinada, toda de preto com brilho nos lábios, uma linda visão...
Ela também admirou-se da beleza e juventude do taxista.
A situação acadêmica a deixara tensa, e isto a faz falar mais que o costume.
Não queria ir pra casa tão cedo, mandou ele rodar pela cidade, e começaram uma boa conversa...
De repente ela pede:
- posso sentar ai na frente com você?
Assim ficaria melhor observar o caminho e conversar com ele.
Sentou ao lado do jovem condutor, recostou-se no banco, e continuaram passeando...
Continua...
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Por: Connery

o Voyeur

De repente, Angela se posiciona de costas para a janela, aquela luz do abajur desenha a sua silhueta na parede e ainda rebolando os quadris, bem devagarinho o roupão desliza até o chão exibindo todo o corpo que continua no ritmo da musica, sem parar. Cruza os braços para trás, com a taça de vinho nas mãos, no meio das costas, ginga descendo a taça em movimento contrário aos do quadris direita, esquerda, até parar entre as nádegas. Caminha até o sofá, apanha o lenço dourado e o enrosca no pescoço de modo que ele termine exatamente onde está a taça. Então seus movimentos vão ficando mais marcados, e Angela começa a se excitar. Ela gira em volta do sofá como se fosse uma gata no cio, se esfregando pelas costas e braços, entre pernas e peito. O lenço agora passa a lhe envolver os seios correndo os fios e arrepiando os bicos, lenço que Angela coloca entre suas coxas e faz dele uma rédia.
É visível que o tesão já a dominou, e que a vontade de ser penetrada a consome. Ela passa a mão pelo próprio corpo sem disciplina nenhuma, como se quisesse arrancar aquele fogo de dentro dela. Imaginando que um alguém, forte, braços pernas, boca, e com um membro duro pudesse chegar a qualquer momento, ela se deita no sofá, apoia uma das pernas no encosto e outra quase fora das almofadas, alcança a ponta do pés no chão. Ela está ali, pronta pra ser sugada, completamente tomada de tesão, e sozinha. O lenço dourado assiste tudo jogado no chão pouco além do braço do sofá.
Continua...


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Por: Marihê

A entrevista

Enquanto a banheira enchia, começou a se despir em frente ao espelho. Ao tirar a blusa , parou um instante, admirando a si mesma, tinha um belo corpo.Tirou o pequeno short bem devagar, apreciando as próprias pernas, coxas firmes e um pouco grossas.E, com mais calma ainda, começou a descer a calcinha; estava fazendo uma valorização de si mesma, de todos seus atributos físicos...
Estava nua diante do espelho , segurando a pequena peça de renda.Passou a mão pelo próprio seio acariciando o biquinho , sentiu um arrepio. Levou , devagar, a calcinha até a altura do nariz e fechando os olhos sentiu seu próprio cheiro. Sentiu desejo, procurava lembranças sexuais...
Sentou-se dentro da banheira, relaxada, com a cabeça encostada na beirada. Sentia o perfume dos sais de banho. Passeando com as mãos displicentes pelo seu próprio corpo, tentava imaginar como seria o tal Dr. Rogério. Sua mente começou a formar imagens:
Um homem alto, moreno, usando um terno cinza, sentado em uma poltrona de couro atrás de uma mesa em forma de L , lia algo quando ela chegou. Ao vê-la ele esboça um sorriso malicioso, a olha e analisa da cabeça aos pés. Sua saia e blusa eram bem comportadas, mas muito justas, deixando perceber sua sensualidade.
Continua...

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Por: Lai

A posse

As horas passam, e entre arquivos, orçamentos, anotações, um rápido almoço e mais atenção ao serviço, encerra-se o expediente. Luísa vão ao toillet arrumar-se para ir embora, quando passa em frente a uma sala e nota na porta o nome de “Dr. Fábio”, vê também que continua com a luz acesa.

Como é a única pessoa no andar, além dele claro, ensaia um malicioso sorriso. No toillet passa um batom, um pouco de perfume, solta os cabelos, e esconde a bolsa e o terno. Encaminha-se à sala de Fábio, dá duas batidinhas na porta:
- Quem é? A porta está aberta.
A voz inconfundível a faz arrepiar e sorrir.
Abriu dois botões da blusa, respirou fundo, e sem falar nada abriu a porta e entrou. Na sala, trancando a porta por trás de si.
- Olha só, você...
- É Dr. Fábio, rsrs, dias atrás foi minha entrevista, hoje tomei posse do meu cargo, e quero mostrar-lhe do que sou realmente capaz.
Falava isto enquanto caminhava em direção a Fábio, lenta e sensualmente, desabotoando e tirando a blusa.
Ele extasia-se ao vê-la assim, poderosa, senhora de si, provocando-o deliciosamente.
Continua...

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Por: Connery

Na copa do mundo

Todos saem e ficam os dois no mesmo quarto a conversar... os mais diversos assuntos surgiram, falavam sobre futebol, a rivalidade entre seus times do coração, as expectativas para copa, a comunidade e sexo, como amigos que são o assunto fluía com naturalidade, as brincadeiras e insinuações eram constantes, mas não podia deixar de se notar o clima de sensualidade e erotismo que surgiu com a conversa e sem acanhamento cada vez mais eles apimentam o assunto a falar sobre as posições que mais gostava, as palavras e sussurros q davam mais excitação, até que o Spyder traz a tona a fórmula mágica do oral que a Ju faz que leva qualquer homem a loucura, sem se acanhar a Ju descreve em palavras como seria, e é notável por baixo do short que o Spyder usava no momento o seu grau de excitação. O que não passou despercebido pela Ju que comenta:
- Parece que seu amiguinho acordou e quer participar do nosso papo.
- É e será q ele pode?? Vc poderia mostrar na prática essa fórmula mágica que tal??
E enquanto falava a olhava nos olhos retirando seu membro do short e lentamente foi passando a mão nele, o dedo na glande molhada...


Continua...


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Na Sala de Reunião...

Rachel era uma mulher, excitante. Transpirava sensualidade. Morena, alta, magra de seios fartos, coxas torneadas e de expressão leve.
Quando sorria parecia que notas musicas se misturavam no ar que a cercava. Movimentos delicados, mãos de dedos longos, e os pés, ah os pés, um fetiche.
Certa vez,era cedo ainda da hora marcada para reunião de rotina. Rachel já estava na sala. Seu perfume indicava que sua presença, não seria meramente alguém a ocupar uma cadeira.Ela olhava pela janela, do alto do 16º andar do edifico. Parei na porta e fiquei admirando suas curvas.Minha cabeça já começou a imaginar mil situações. Mas ela me pressentiu e virou-se. Sorri meio sem graça, e a cumprimentei. Acho que não disfarcei minha expressão, pois ela olhou-me de cima abaixo, rapidamente, e seus olhos brilharam sem piscar, fixaram os meus. Minhas pernas estremeceram.
Rachel vestia uma camisa branca fina, os botões abotoados na altura exata dos seios, isso dava um toque provocativo natural. A saia cinza, acinturada, tinha uma fenda lateral que insinuava sua coxa. Então, só nós dois ali, parecia uma oportunidade única. Convidei-a para sentar enquanto os outros não chegavam. Ela acenou que sim, e antes que eu pudesse puxar a cadeira, se dirigiu para ponta da mesa. Puxou a cadeira, não a de cabeceira. A da ponta, de frente para a porta de entrada. Então, com os pés empurrou a cadeira em frente indicando que eu me sentasse ali. Numa fração de segundos duvidei do seu gesto. Rachel empurrou mais um pouquinho e sorriu. Senti que aquela reunião teria outro assunto em pauta.
Continua...

Por: Marihê

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domingo, 2 de maio de 2010

No almoxarifado...


Chego à escola mais cedo que o costume, com a intenção de adiantar o plano de curso que me fora pedido, e ao chegar à portaria, encontro um senhor de cabelos brancos sentado no lugar do porteiro, ele me cumprimenta com um sorriso, pergunto pelo porteiro e ele me diz, que fora transferido pra outro setor da escola e ele era agora o novo porteiro, não pude deixar de não me decepcionar, nunca imaginei que pudesse passar de atração física o que sentia por ele, mas fazia um enorme bem ao ego, ter os olhares dele sobre o meu corpo, com aquela expressão de desejo latente, e era um prazer poder admirá-lo.
Segui a sala dos professores, essa que me trazia também ótimas lembranças, era uma pena não termos mais a natação como um dos esportes oferecidos pela escola, sentei-me a mesa com o pensamento em uma noite distante, mas me esforcei ao máximo para me concentrar no que precisava ser feito, e tirar do meu pensamento o fato de que não mais veria o porteiro todos os dias, a escola estava vazia e em silêncio, ainda faltava quase uma hora para os portões serem abertos aos alunos, estava concentrada no plano que tinha que fazer, quando ouvi barulho vindo da sala ao lado.
Resolvi verificar o que acontecia, pois, não tinha conhecimento de mais ninguém na escola, o barulho vinha do almoxarifado fui me aproximando e pude ver a porta entreaberta, diante daquele amontoado de materiais escolares e de limpeza meus olhos brilham como diante a visão do paraíso, lá está ele, a blusa do uniforme jogada sobre uma caixa devido o calor e apenas com uma camiseta branca colada ao corpo suado, calça jeans surrada e apertada moldando à bunda e as coxas musculosas, de costas podia ver que a tatuagem tomava toda extensão da mesma, eu parecia estar hipnotizada diante dele, que não notei o momento que ele se aproximou e abriu a porta, desperta do transe faço menção de voltar para a sala dos professores quando o sinto pegar no meu braço, o olhar dele parecia me devorar, transmitia um desejo contido que não pude resistir.
Puxou-me de encontro ao seu corpo enquanto fechava a porta atrás de mim, encostou meu corpo a parede, e beijou-me de forma voraz, sua língua penetrava minha boca, a dança de nossas línguas me deixava sem fôlego, enquanto com uma das mãos, ele levantava minha saia, a procura do ponto central do meu prazer, seus dedos me acariciavam e me penetravam, me deixando molhada e pronta, com umas das mãos ele segurava as minhas acima da minha cabeça, enquanto que sua boca agora se insinuava pela abertura da minha blusa, a procura dos meus seios... Podia sentir por sobre a calça o quanto era evidente o seu desejo, seu membro pulsava, e que delicia era senti-lo teso.
Continua...

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© Copyrigth 2009 Danny Montenegro Por Desejo a Flor da Pele
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